Brasília (DF) · Posse (GO) · Correntina (BA)

Você merece saber exatamente o que está acontecendo com o seu olho.

Dr. Alan Antunes é oftalmologista há mais de 20 anos: oftalmologia geral, com especialização em glaucoma, cirurgia de pterígio e adaptação de lentes de contato. Você entende o diagnóstico, o tratamento e o que esperar de cada etapa, antes de decidir qualquer coisa.

Resposta em até 5 minutos Retorno incluso Endereço na confirmação
Dr. Alan Antunes, oftalmologista cirurgião, em seu consultório
+20 anos
de sala cirúrgica
RQE 7517
especialista registrado
Dr. Alan Antunes · Oftalmologista
CRM-DF 13008 · CRM-GO 13953 · CRM-BA 14298
+20 anos
de prática cirúrgica em oftalmologia
3 estados
Distrito Federal, Goiás e Bahia
RQE 7517
Registro de Qualificação de Especialista
Retorno incluso
o acompanhamento já faz parte da consulta
Se você chegou até aqui

Provavelmente você já passou por isso.

Olho é o órgão que as pessoas mais temem e menos entendem. Veja se algo aqui soa familiar:

Saiu de uma consulta com um diagnóstico no papel e nenhuma explicação na cabeça.

Ouviu que "é normal" quando não parecia nada normal.

Recebeu um colírio pra usar todo dia, sem entender direito por quê.

Operou uma vez e a carne no olho voltou.

Tentou marcar por WhatsApp e ninguém respondeu.

Ou está adiando, porque tem medo do que vai descobrir.

Nada disso é frescura sua.

Boa parte da angústia não vem da doença: vem de ninguém ter parado cinco minutos para explicar. É isso que muda aqui.

Dr. Alan Antunes em atendimento no consultório
Quem cuida de você

Dr. Alan Antunes

Oftalmologista há mais de duas décadas, com atuação em oftalmologia geral e prática concentrada em três frentes que pedem manejo específico e acompanhamento longo: glaucoma, cirurgia de pterígio e adaptação de lentes de contato.

Atende em Brasília, Posse e Correntina, o que permite que pacientes do interior de Goiás e do oeste da Bahia tenham acompanhamento especializado sem depender exclusivamente de deslocamento para a capital.

Diagnóstico explicado. Você sai da consulta sabendo o nome do que tem, o que causa, o que muda se tratar e o que muda se não tratar.
Indicação honesta. Nem todo pterígio precisa de cirurgia. Nem todo aumento de pressão é glaucoma. Quando a conduta é observar, ele vai te dizer isso.
Nenhuma decisão no susto. Você recebe as opções, os riscos e o tempo de recuperação por escrito. Decide em casa.
Dr. Alan Antunes · Oftalmologista Cirurgião
CRM-DF 13008 · CRM-GO 13953 · CRM-BA 14298 · RQE 7517
As três especialidades

Escolha o que te trouxe até aqui.

Três frentes, um mesmo princípio: você entende antes de decidir.

O glaucoma não avisa. Por isso o acompanhamento importa mais que o sintoma.

A maior parte dos pacientes não sente nada nas fases iniciais. Não dói, não embaça, não incomoda. A perda de campo visual começa pela periferia e avança tão devagar que muita gente só percebe quando já perdeu uma parte importante. E essa parte não volta.

"Estou me sentindo bem" não é informação suficiente para dispensar consulta.

O que é avaliado

Pressão intraocular Nervo óptico Campo visual computadorizado Paquimetria (córnea) OCT das fibras nervosas Gonioscopia Curva tensional diária Teste de sobrecarga hídrica Retinografia colorida

Tratamento e acompanhamento

O controle do glaucoma quase sempre começa com colírio, que reduz a pressão e protege o nervo óptico. O acompanhamento especializado ajusta a medicação, monitora a progressão com exames periódicos e age cedo quando algo muda. Se em algum momento o seu caso exigir cirurgia, você recebe a orientação e o encaminhamento adequados, sem perder tempo.

Marque uma consulta se você:
  • Tem caso de glaucoma na família
  • Tem mais de 40 anos e nunca mediu a pressão ocular
  • Já ouviu que sua pressão do olho está "no limite"
  • Usa colírio pra glaucoma e não sabe explicar pra que serve
  • É diabético ou usa corticoide há mais de algumas semanas
  • Está há mais de um ano sem consulta oftalmológica
Agendar consulta de glaucoma

A pergunta que todo mundo faz não é "dói?". É "vai voltar?".

E é a pergunta certa. O pterígio é aquele tecido que cresce do canto do olho em direção ao centro. No Brasil ele é comuníssimo: sol forte, vento, poeira e genética formam a combinação perfeita.

O incômodo é subestimado por quem não tem: olho vermelho o dia inteiro, sensação de areia, ardência, coceira, lacrimejamento no vento e, pra muita gente, o desconforto de não se reconhecer no espelho.

Sobre a recidiva, o que a literatura mostra

A técnica escolhida altera drasticamente o risco de voltar. Removendo só o tecido e deixando a esclera exposta, as taxas de recorrência chegam a cerca de 80%. Recobrindo a área com enxerto (autoenxerto conjuntival ou membrana amniótica), o risco cai de forma significativa.

Traduzindo: quando alguém diz "operei e voltou", quase sempre a questão está na técnica, no seguimento e nos fatores de risco, não no fato de a cirurgia ser inútil.

Nenhum médico pode garantir ausência de recidiva. O que se pode fazer é escolher a técnica adequada ao seu caso e reduzir os fatores de risco ao máximo, e é isso que será discutido na sua consulta.

Marque uma consulta se você:
  • Tem uma "pele" ou "carne" crescendo no canto do olho
  • Está com o olho sempre vermelho, mesmo sem cansaço
  • Sente areia, ardência ou coceira com frequência
  • Já operou e o pterígio voltou
  • Vê o tecido se aproximando da parte colorida do olho
  • Se incomoda com a aparência (motivo legítimo de indicação)
Agendar consulta de pterígio

Se a sua lente incomoda, o problema quase nunca é você.

Desconforto no fim do dia, ressecamento, sensação de que a lente "some", olho vermelho ao tirar. Isso não é o preço de usar lente. É sinal de que a adaptação precisa ser revista: material, curvatura, tipo de troca ou a saúde da sua superfície ocular.

O abandono do uso de lentes tem como principal causa o desconforto ligado a olho seco. E boa parte desses casos é reversível.

Adaptação de lente é ato médico. Pela Resolução CFM nº 1.965/2011, a adaptação de lentes de contato é privativa do médico oftalmologista. Não é medir o grau e comprar na ótica ou na internet.

O que a consulta inclui

Superfície ocular e filme lacrimal Curvatura corneana Material e regime de troca Teste de conforto Treino de colocação e higiene Acompanhamento periódico

Sobre infecção, sem dramatizar e sem esconder

Dormir ou nadar de lente aumenta muito o risco de ceratite infecciosa, incluindo infecções raras e graves como a por Acanthamoeba. São eventos incomuns, mas sérios, e a prevenção depende quase inteiramente de orientação correta no início do uso, que é o que a adaptação médica entrega.

Dois cuidados simples evitam a maior parte dos problemas: lave bem as mãos toda vez que for manusear a lente e enxágue o excesso de sabão, senão ele arde ao colocar.

Marque uma consulta se você:
  • Usa lente e sente desconforto no fim do dia
  • Já desistiu de usar lente por não conseguir se adaptar
  • Compra lente sem prescrição ou renova sem consultar
  • Tem olho seco e acha que por isso não pode usar lente
  • Usa lente colorida sem acompanhamento
  • Nunca foi orientado sobre higiene e tempo de uso
Agendar adaptação de lentes

Além das três frentes principais, o Dr. Alan e seus parceiros realizam uma ampla gama de procedimentos e exames oftalmológicos.

Consulta

Consulta oftalmológica completa com avaliação especializada.

Refração

Exame para determinação do grau dos olhos.

Cirurgia Refrativa

Correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo com tecnologia de ponta.

Cirurgia de Catarata

Cirurgia de catarata com tecnologia de facoemulsificação.

Cirurgia de Pterígio

Remoção cirúrgica de pterígio com técnicas modernas.

Crosslink

Tratamento para ceratocone e outras ectasias corneanas.

Anel de Ferrara

Implante de segmentos de anel intraestromal para ceratocone.

Adaptação de Lente

Adaptação personalizada de lentes de contato para cada necessidade.

Lente Artisan

Implante de lente fácica para altas ametropias.

Implante Secundário de LIO (Sulcoflex)

Implante de lente intraocular secundária para correção visual.

Capsulotomia (YAG)

Abertura da cápsula posterior com laser YAG.

Vitreólise

Tratamento não invasivo para opacidades vítreas (moscas volantes).

Vitrectomia

Cirurgia do vítreo para tratamento de doenças retinianas.

Retirada de Óleo de Silicone

Remoção cirúrgica de óleo de silicone intraocular.

Mapeamento de Retina

Exame detalhado da retina para diagnóstico precoce.

OCT — Tomografia de Coerência Óptica

Exame de alta resolução da retina e do nervo óptico.

Retinografia Simples

Fotografia do fundo de olho para documentação e diagnóstico.

Campimetria

Exame do campo visual para detecção de defeitos visuais.

Gonioscopia

Exame especializado para avaliação do ângulo da câmara anterior.

Curva Tensional Diária

Monitoramento da pressão intraocular durante o dia todo.

Teste de Sobrecarga Hídrica

Teste provocativo para diagnóstico de glaucoma.

Tonometria

Medição da pressão intraocular para diagnóstico de glaucoma.

Paquimetria

Medição da espessura da córnea.

Ceratoscopia

Mapeamento topográfico da superfície corneana.

Microscopia Especular de Córnea

Avaliação das células endoteliais da córnea.

Ultrassonografia Diagnóstica

Ultrassom ocular para diagnóstico de alterações intraoculares.

Teste de Schirmer

Avaliação da produção lacrimal para diagnóstico de olho seco.

Plug de Via Lacrimal

Implante de plug lacrimal para tratamento de olho seco.

Blefaroplastia

Cirurgia das pálpebras para correção estética e funcional.

Prolapso de Gordura Orbital

Correção cirúrgica de prolapso de gordura nas pálpebras.

Calázio

Tratamento de calázio com drenagem ou remoção cirúrgica.

Granuloma Conjuntival

Tratamento de granulomas na conjuntiva ocular.

Exérese de Tumor Conjuntival

Remoção cirúrgica de tumores da conjuntiva.

Triquíase (Diatermocoagulação)

Tratamento de cílios que crescem direcionados ao olho.

Retirada de Corpo Estranho

Remoção de corpos estranhos intraoculares ou superficiais.

Curativo Oclusivo

Proteção e tratamento de lesões oculares superficiais.

Agendar consulta
Previsibilidade do começo ao fim

O que acontece do agendamento até a alta.

1

Agendamento

Você fala com uma pessoa, não com um robô. Escolhe unidade e horário e recebe confirmação por escrito com endereço, preparo e o que levar.

2

Consulta

Anamnese, exame completo e exames complementares necessários. No fim, o diagnóstico explicado em linguagem comum, não só o laudo.

3

Plano de conduta

Conduta, alternativas, riscos, tempo e custo. Por escrito, pra você decidir sem pressão.

4

Cirurgia

Quando indicada: data marcada, orientações pré-operatórias com antecedência e roteiro claro da recuperação dia a dia.

5

Acompanhamento

Retornos programados e canal aberto no pós. Você não fica sozinho tentando adivinhar se o que sente é normal.

Transparência

Sem surpresa na conta.

Valor da consulta

Informado no agendamento, antes de você sair de casa.

O que está incluído

Consulta, exame oftalmológico completo e retorno dentro do prazo estabelecido.

Exames complementares

Quando necessários, os valores são informados antes da realização. Você autoriza cada um.

Convênios

Atendimento por convênio ou particular. Se o plano não cobre algo, você é avisado antes, não depois.

Cirurgia

Orçamento por escrito, discriminando honorários, materiais e taxas. Formas de pagamento e parcelamento no mesmo documento.

Convênios atendidos32 planos aceitos. Toque para ver a lista.
  • AFEB (Brasil)
  • Amil
  • Bacen
  • Casec (Codevasf)
  • Casembrapa (Embrapa)
  • Fascal
  • GDF Saúde / Inas
  • Geap Saúde
  • Life Empresarial
  • Luminar
  • MPF
  • Omint
  • PF Saúde
  • Planassist MPT
  • Postal Saúde
  • Pró-Saúde (TJDFT)
  • Pró-Saúde Câmara dos Deputados
  • Pro-Social TRF
  • Proasa
  • Saúde Caixa
  • Serpro
  • Sis Senado
  • STF-MED
  • STM-PLAS / JMU
  • Telos (Embratel)
  • Total Saúde
  • TRE
  • TRF
  • TRT
  • TST Saúde
  • Unafisco
  • Unimed Nacional

Não encontrou o seu plano? Também atendemos particular. Confirme a cobertura no agendamento pelo WhatsApp.

Honestidade sem rodeios

Ninguém deveria descobrir o pós-operatório depois da cirurgia.

Muito paciente entra na sala achando que vai voltar ao normal no dia seguinte. Não é assim, e saber disso antes muda completamente a experiência.

Na cirurgia de pterígio, por exemplo, é comum:
  • Sensação de areia ou corpo estranho nos primeiros dias
  • Olho vermelho por algumas semanas, mesmo com tudo bem
  • Sensibilidade à luz nos primeiros dias
  • Visão embaçada temporária
  • Colírios em horários definidos e proteção solar rigorosa
Nada disso é complicação. É recuperação.

O que gera angústia não é o desconforto: é não ter sido avisado dele. Por isso, todo paciente operado recebe um roteiro escrito com o que esperar em cada fase, quais sinais são esperados e quais exigem contato imediato.

O que os pacientes relatam

Mais de 55 depoimentos só no Doctoralia.

Ver todos os depoimentos
Onde o Dr. Alan atende

Três unidades, o mesmo padrão de cuidado.

Brasília
Distrito Federal
Posse
Goiás
Perguntas frequentes

Dúvidas reais de pacientes.

Glaucoma tem cura?

Glaucoma não tem cura, mas tem controle. O objetivo do tratamento é impedir que a doença avance e preservar a visão que você tem hoje. Quanto mais cedo o diagnóstico, maior a parte do campo visual que se preserva.

Uso colírio pra glaucoma e não sinto nada. Preciso mesmo continuar?

Sim, e essa é a armadilha da doença. O glaucoma costuma ser assintomático até fases avançadas. A ausência de sintoma não significa que a pressão está controlada. Interromper o colírio por conta própria é uma das principais causas de progressão.

O pterígio pode voltar depois da cirurgia?

Pode. A recidiva é uma possibilidade real e nenhum médico pode garantir que não ocorra. O que se pode fazer é escolher a técnica com menor taxa de recorrência pro seu caso, orientar o pós-operatório e controlar os fatores de risco, principalmente exposição solar. Isso é discutido em detalhe na consulta.

Já operei pterígio e voltou. Posso operar de novo?

Na maioria dos casos, sim. Pterígios recidivados exigem planejamento diferente do primário e costumam demandar técnicas específicas. Traga o relatório da cirurgia anterior, se tiver.

A cirurgia de pterígio dói?

A cirurgia é feita com anestesia local: você não sente dor durante o procedimento. O desconforto costuma aparecer no pós-operatório, especialmente nos primeiros dias, e é controlado com medicação prescrita. Você recebe um roteiro do que esperar em cada fase.

Meu pterígio é pequeno e só me incomoda esteticamente. Vale a pena operar?

Incômodo estético é uma indicação legítima e reconhecida. Mas a decisão considera o seu caso: tamanho, aspecto, idade e risco de recidiva. Em alguns perfis, a conduta mais prudente é acompanhar, e você vai receber essa análise honestamente.

Quantos dias vou ficar afastado do trabalho?

Depende do procedimento e da sua atividade. O afastamento estimado é informado antes da cirurgia, junto com o atestado, pra você se organizar com antecedência.

Tenho olho seco. Posso usar lente de contato?

Na maioria dos casos, sim, com o material adequado e acompanhamento. Olho seco não é contraindicação automática. É um fator a ser avaliado e considerado na escolha da lente.

Posso comprar lente pela internet com a minha receita antiga?

Não é recomendado. A adaptação de lentes é ato médico e os parâmetros mudam ao longo do tempo. Lente inadequada aumenta risco de desconforto, hipóxia da córnea e infecção.

Vocês atendem convênio?

[Preencher conforme a realidade do consultório]

Como faço para agendar?

Pelo WhatsApp ou pelo formulário abaixo. Você recebe confirmação por escrito com endereço, horário e orientações de preparo.

Marcar a consulta é o passo que tira a dúvida do lugar.

Você não precisa decidir sobre cirurgia hoje. Precisa saber o que tem, o quanto é urgente e quais são as suas opções.

Isso resolve numa consulta.

Brasília (DF) · Posse (GO) · Correntina (BA). Escolha a unidade no agendamento.